23 de março de 2010

O Electricista de Vera Cruz


Deixemo-nos de culinária (se bem que ontem fiz um arroz de miúdos... ui, ui) e passemos à bricolage.

A casinha está a ficar composta. Já temos dois candeeiros. Yeah! A cozinha e a casa de banho grande têm, finalmente, luz decente. 

O momento de bricolage aconteceu na tarde do domingo passado e foi protagonizado, essencialmente, por ele. Eu andei de volta de outras coisas, mas ajudei a escolher o local dos furos. Toalheiro na casa de banho pequena, prateleiras na banheira, suporte para o chuveiro, candeeiros operacionais... e a minha 'obra' preferida: uma tomada na casa de banho. Ele fez nascer, no meio dos azulejos azuis, uma tomada. E funciona! Tive o que em mim, uma controladora nata de impulsos, corresponde a um ataque de histerismo. Parecia só muito feliz e contente, mas estava para lá disso. Eu seco o cabelo umas cinco vezes por ano, ou seja, não sei para que quero uma tomada na casa de banho, mas, epá, sinto que a minha qualidade de vida melhorou substancialmente pelo facto de ela estar ali. Para o que der e vier.


10 de março de 2010



É só para que fique bem claro:

Da descasca da fava, ou da descasca da ervilha, ou até da descasca do marmelo (as descascas do feijão verde não são descascas, são afazeres que não duravam um serão inteiro, são afazeres daqueles chatos, como limpar a loiça, arrumá-la no armário ou fazer a cama) (as descascas são especiais, eram fixes e eram daquelas coisas que se queria que acontecessem) lembro-me só dos serões. E ainda bem. Que sacrilégio.

Não, o Festival da Canção é uma aberração e as descascas não podem nunca ser associadas a uma aberração.